maio 14, 2011

CAMPANHA: MEU MUNDO EU FAÇO DO MEU JEITO

  ECOAÇÃO BASE É UMA EQUIPE DE AÇÃO ECOLÓGICA. AÇÃO MESMO. É UMA GALERA, QUE RESOLVEU COLOCAR A MÃO NA MASSA E TORNAR O PLANETA MELHOR. COMO A CAMPANHA 2011 DIZ: MEU MUNDO FAÇO DO MEU JEITO. TODA PUBLICIDADE DA CAMPANHA FOI CUIDADOSAMENTE BOLADA PARA ATRAIR O PÚBLICO ALTERNATIVO...DESCOLADO. ASSIM AS ATUAÇÕES DA EQUIPE ACONTECEM GERALMENTE EM UNIVERSIDADES, ESCOLAS, FESTIVAIS... E ALÉM DE CONSCIENTIZAR, A GALERA RECUPERA ESPAÇOS VERDES IMPORTANTES AO ECOSSITEMA URBANO.


UMA CAMPANHA AMBIENTAL PARA OS 'JOVENS' DE TODAS AS IDADES QUE ACREDITAM NUM MUNDO MELHOR FEITO COM NOSSAS PRÓPRIAS MÃOS.
A ECOAÇÃO BASE, TRABALHA TRANSMITINDO A CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA A UNIVERSITÁRIOS, ESTUDANTES E TODOS QUE SE SINTONIZEM.  


AS CAMPANHAS DA  ECOAÇÃO BASE SÃO MUITO LEGAIS, INTELIGENTES E CHEIAS DE SIMBOLOGISMOS. PELO BLOG É POSSÍVEL ENTRAR EM CONTATO E DESCREVER ÁREAS DEGRAGADADAS, ECOLOGICAMENTE IMPORTANTES PARA A CIDADE, COMO ENCOSTAS DE RIO, OFERECER AJUDA E RECUPERAR UM ESPACINHO MAIS DO NOSSO PLANETINHA.
OIKOSTIPS COMPROU A IDEIA... E VOCÊ O QUE ACHA?


EM BREVE PUBLICAREMOS MAIS SOBRE A ECOAÇÃO E SEUS PROGRAMAS. PESSOAS DE CAMPINAS, O FUTURO É COM A GENTE. TEMOS MUITO TRABALHO. ENVIE FOTOS, SUGESTÕES E NOS CONTE SUA ATITUDE ECÓLOGICA. VAMOS NOS ENVOLVER...REINVENTAR...TRANSFORMAR!

maio 10, 2011

World Environment Day 2011

Estocolmo, importante e grande centro financeiro do país e do mundo, localizado na Suécia, foi escolhido em 1972, para a realização da 1ª Conferência Mundial de Meio Ambiente, promovida pela ONU.
O dia foi 5 de junho daquele ano, quando foi declarado Dia Mundial do Meio Ambiente.
Uma data dedicada á algo é uma homenagem. Representa o momento de reflexão e celebração da figura que admiramos e estamos homenageando, assim como fazemos no Dia das Mães, dos Pais, do Amigo e em menor proporção, do Índio, da Água etc.
Pois bem, a expressão Meio Ambiente nunca me foi muito bem esclarecida, até que eu questionasse seu significado. Quando criança, ao ouvir tal expressão, era levada a pensar em florestas de vastas árvores, animais exóticos, cachoeiras de água saudável e isso me confundiu, já que o meio em que estava não se parecia com a imagem criada. Pois, estou no Meio mas não no Ambiente? Ou num Ambiente que não está no Meio? Então entendi que estava, eu, sim em meu Meio Ambiente, já que Meio Ambiente é o espaço onde se desenvolve a vida, onde os seres vivem e realizam suas atividades. Eu fazia parte dele também, como cada ser vivo do Planeta. O que não estava de acordo era o Ambiente em si. As árvores ‘deram’ lugar às pessoas e suas construções, seus carros e sua artificialidade. Então o Meio havia mudado, já não poderia eu, manter aquela associação da palavra á imagem, que se combinam tão bem.
E mais uma vez fui equivocada. A imagem que eu refletia, era o natural. Era, e agora é mais do que nunca, o meu Meio Ambiente. Não meu como posse, ou apenas meu. Meu ideal de Meio para todos que queiram partilhá-lo e respeitá-lo.
Quero leva-lo á refletir sobre seu Meio.
Atualmente, nosso Meio pode ser chamado ‘urbano’. Perdoem-me a rica minoria pela generalização.
Ao pensarmos no aumento crescente das bilhões de pessoas á mais bilhões de pessoas no mundo, remetemo-nos á fatores que compõem uma vida digna de um ser. Uma moradia, alimento, água potável - atualmente, o potável, também caberia a ar -, educação, ...internet... são elementos essenciais para a sobrevivência e desenvolvimento humano/social. Porém, pensar exponencialmente em população é pensar exponencialmente em recursos.
  Há milênios antes de Cristo, as civilizações desenvolvidas pelas mediações dos rios Nilo, Tigres e Eufrates, já formavam conceitos de água limpa e poluída ou própria e imprópria para o consumo e, até mesmo, desenvolveram técnicas de purificação.
A ligação entre abastecimento de água e saúde pública, é evidente para nós nesse século XXI, porém na Idade Média essa consciência racional não era tão evidente, já que inúmeras doenças de veiculação hídrica se tornaram epidemias. Com o desenvolvimento humano, essa e muitas outras ligações foram encontradas, porém não sanadas.
Culpa do governo. Não. Culpa do homem.
              A falta de consciência da importância do cultivo de áreas verdes, nos faz ainda mais sufocados com toda poluição. A disseminação, QUASE TOTAL, de nossa Floresta Atlântica nativa, e o ainda atuante desmatamento na região Amazônica são retratos de um regresso humano; de uma machadada contra ele mesmo.
A emissão de TONELADAS de gases na atmosfera - por carros, indústrias, agropecuária - compromete a cada MINUTO, mais pessoas e sua saúde, destrói a cada DIA mais, a camada formada por gás ozônio, que cobre e diminui e incidência dos raios solares na atmosfera terrestre. O que esperar dos grandes centros urbanos e seus engarrafamentos, já que a solução encontrada é sempre AUMENTAR as vias?
Culpa do governo. Não. Culpa da Indústria. Não. Culpa do homem.
Seria o dia do Meio Ambiente então, para uma reflexão pessoal? Sobre O que? Como? Quando? De onde?
Primeiramente, grito ao Brasil, país diverso. Seus cenários esplendorosos que anunciam a presença e obra de Deus, possui a mais rica biodiversidade do Planeta, inspiradora de homens. De delimitação generosa, deparamos com diferentes ecossistemas dentro de um mesmo povo.
O brasileiro é multi. É um caldeirão de misturas de culturas, músicas, pensamentos, de onde saíram personalidades únicas. Personalidades, que foram e pensaram, pensaram e escreveram, pintaram, jogaram, cantaram, dançaram, erraram, lutaram, gritaram, e morreram, compondo uma história marcada por puras ações humanas, de erros, acertos e consequências, que nos trouxeram para um Brasil totalmente inédito.
Hoje, aprendemos até onde nossas ações no levam. Sabemos quanto foi desmatado, quanto foi derretido, quanto foi poluído.
É hora de pensar no que sobrou, no recuperável, em nós humanos do ano 2011 que queremos ser e pensar, pensar e falar, jogar, cantar, dançar, lutar e gritar: ‘Agora é a minha vez. Essa é a minha vez’.
Então no Dia Mundial do Meio Ambiente podemos refletir ‘vez de quê?’. De dizer ás crianças para não falarem com estranhos, ou ensiná-las a serem solidárias? De mostrarmos o valor do presente do avô ou do seu abraço? De abandonar suas sementes no lixo, ou plantá-las em lugar seguro?
Como brasileiros, de sangue e/ou alma, levantemos a bandeira da multiplicidade e da sustentabilidade humana. Ser multi, não é ser igual. Não somos iguais. Ser multi é ser todos. Pensar para todos, ouvir á todos, falar á todos. É ser democrático com todos os seres. Ser sustentável nos faz democráticos.
A identidade nacional se forma baseada em valores. Que os nossos nos levem aos céus. Céus multifacetados, de todas as cores, gostos e sons.
Somos brasileiros, ricos, miscigenados e gostamos de festas, pois festejar é celebrar a vida e suas belezas, celebrar a criação.
Façamos então, do Dia Mundial do Meio Ambiente, uma festa. A festa dos seres gratos por ser. Pense a melhor maneira de demonstrar sua gratidão e nesse dia, seja o melhor ser para seu Planeta.
Espaço toootalmente aberto para as suas ideias e sugestões... Para o Planeta, o que te faz melhor e essencial? o que podemos fazer juntos? o que você faz que também poderíamos fazer? Compartilhe. Vamos debater!

maio 05, 2011


O gás metano é dos principais causadores da destruição da camada de ozônio, que protege a atmosfera terrestre. A produção de carne bovina prejudica ao quadrado nossa qualidade de vida, pois além de desmatarem áreas verdes para o cultivo de pasto, o pum é uma fonte de metano, muitaas vaca...muuitos puns...muuito mentano!! Sem contar que tudo em excesso é ruim, principalmente carne no nosso organismo. NATUREBA É LEGAL!

Marchar em tijolos amarelos e sob os arco-íris

             Foi a partir da década de 60, que os mais observadores começaram a falar das mudanças no clima do Planeta e projetar as consequências futuras para a vida dos seres vivos. Uma das primeiras pessoas a se ligarem foi Rachel Carson, uma americana observadora. Rachel nasceu em 1907, foi bióloga, ecologista, escritora e de ideias revolucionárias. Em 60 os pensamentos se libertavam de pós-guerras/crises e tornaram-se mais humanos, permitindo homens e mulheres tornarem-se sujeitos de sua própria história.



Rachel, nasceu em 1907 e faleceu em 1964

Em 1941, ela publicou Sob o vento do mar (Under the Sea-Wind), em 1951 O mar que nos cerca (The Sea Around Us) e A beira do mar (The Edge of the Sea) em 1955.
              Em 1962, Rachel escreveu a obra que representa o marco da revolução ambientalista e do pensamento ecológico do mundo. O livro Primavera Silenciosa (Silent Spring), marcou o início de uma nova linha de pensamentos, revolucionários, sentimentais, de uma maior ligação humana com a natureza. Silent Spring, fala do meio ambiente e de consequências reais, causadas pela falta de consciência humana.
              Rachel, fala dos pássaros que, na primavera, enchiam de alegria e beleza as planícies ao longo das margens do Mississipi, e que desapareceram, devido ao intenso uso de pesticidas e agrotóxicos, usados na agricultura dos Estados Unidos, principalmente o DDT, que não matava só pragas, mas também insetos e animais, partes do ecossistema.
              Seu livro mobilizou a juventude e as crianças americanas, que saíram às ruas gritar pelos pássaros. Presidente na época, John Kennedy solicitou um grupo especial do Comitê de Consultoria Científica da Presidência, que estudou o caso dos pesticidas e produziu um relatório crítico em relação à indústria química.




Rachel era bióloga marinha, ecologista e escritora de dom romancista




Com um título poético, Rachel deu forma e uma nova direção á história. Sua coragem e determinação fez com que o governo proibisse o uso do pesticida DDT, que traz enorme risco à saúde humana, podendo atingirem mais de uma geração, uma vez que resíduos dessa substância tóxica podem ser encontrados no leite humano.
            Na real, assuntos ambientais, principalmente referentes ao aquecimento global, sempre foram recebidos dubiamente pela comunidade mundial, política e até mesmo científica, por se basear em projeções e estudos de dados de milhões de anos. Mas, a ocorrência de fenômenos naturais extremos vem nos dando sinais de que algo incomum está acontecendo mesmo na natureza.
            Os sinais estão para os que aceitam. Já é preciso assumir uma nova postura de ser humano perante seu meio. Vamos cuidar da nossa casa!!!



            Para os que passam por aqui e leem minhas palavras, digo que quero o diálogo. Quero identificações ou não de minhas ideias para continuar buscando por conclusões...
            Acredito no movimento... e que mãos á obra tornam sonhos reais. Marchar...