Foi a partir da década de 60, que os mais observadores começaram a falar das mudanças no clima do Planeta e projetar as consequências futuras para a vida dos seres vivos. Uma das primeiras pessoas a se ligarem foi Rachel Carson, uma americana observadora. Rachel nasceu em 1907, foi bióloga, ecologista, escritora e de ideias revolucionárias. Em 60 os pensamentos se libertavam de pós-guerras/crises e tornaram-se mais humanos, permitindo homens e mulheres tornarem-se sujeitos de sua própria história.
Rachel, fala dos pássaros que, na primavera, enchiam de alegria e beleza as planícies ao longo das margens do Mississipi, e que desapareceram, devido ao intenso uso de pesticidas e agrotóxicos, usados na agricultura dos Estados Unidos, principalmente o DDT, que não matava só pragas, mas também insetos e animais, partes do ecossistema.
Seu livro mobilizou a juventude e as crianças americanas, que saíram às ruas gritar pelos pássaros. Presidente na época, John Kennedy solicitou um grupo especial do Comitê de Consultoria Científica da Presidência, que estudou o caso dos pesticidas e produziu um relatório crítico em relação à indústria química.
Os sinais estão para os que aceitam. Já é preciso assumir uma nova postura de ser humano perante seu meio. Vamos cuidar da nossa casa!!!
Para os que passam por aqui e leem minhas palavras, digo que quero o diálogo. Quero identificações ou não de minhas ideias para continuar buscando por conclusões... Acredito no movimento... e que mãos á obra tornam sonhos reais. Marchar...
Rachel, nasceu em 1907 e faleceu em 1964
Em 1941, ela publicou Sob o vento do mar (Under the Sea-Wind), em 1951 O mar que nos cerca (The Sea Around Us) e A beira do mar (The Edge of the Sea) em 1955.
Em 1962, Rachel escreveu a obra que representa o marco da revolução ambientalista e do pensamento ecológico do mundo. O livro Primavera Silenciosa (Silent Spring), marcou o início de uma nova linha de pensamentos, revolucionários, sentimentais, de uma maior ligação humana com a natureza. Silent Spring, fala do meio ambiente e de consequências reais, causadas pela falta de consciência humana.Rachel, fala dos pássaros que, na primavera, enchiam de alegria e beleza as planícies ao longo das margens do Mississipi, e que desapareceram, devido ao intenso uso de pesticidas e agrotóxicos, usados na agricultura dos Estados Unidos, principalmente o DDT, que não matava só pragas, mas também insetos e animais, partes do ecossistema.
Seu livro mobilizou a juventude e as crianças americanas, que saíram às ruas gritar pelos pássaros. Presidente na época, John Kennedy solicitou um grupo especial do Comitê de Consultoria Científica da Presidência, que estudou o caso dos pesticidas e produziu um relatório crítico em relação à indústria química.
Rachel era bióloga marinha, ecologista e escritora de dom romancista
Com um título poético, Rachel deu forma e uma nova direção á história. Sua coragem e determinação fez com que o governo proibisse o uso do pesticida DDT, que traz enorme risco à saúde humana, podendo atingirem mais de uma geração, uma vez que resíduos dessa substância tóxica podem ser encontrados no leite humano.
Na real, assuntos ambientais, principalmente referentes ao aquecimento global, sempre foram recebidos dubiamente pela comunidade mundial, política e até mesmo científica, por se basear em projeções e estudos de dados de milhões de anos. Mas, a ocorrência de fenômenos naturais extremos vem nos dando sinais de que algo incomum está acontecendo mesmo na natureza.Os sinais estão para os que aceitam. Já é preciso assumir uma nova postura de ser humano perante seu meio. Vamos cuidar da nossa casa!!!
Para os que passam por aqui e leem minhas palavras, digo que quero o diálogo. Quero identificações ou não de minhas ideias para continuar buscando por conclusões...



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